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Primeiro contato com o Judiciário

O que é a audiência de custódia?

O conteúdo atual do escritório apresenta a audiência de custódia como o momento realizado logo após uma prisão em flagrante, no qual a pessoa presa é apresentada a um juiz.

Segundo o artigo publicado pelo escritório, desde 2015 a audiência passou a ser obrigatória no Brasil, com referência a tratados internacionais e à Resolução nº 213/2015 do Conselho Nacional de Justiça.

É a primeira oportunidade, após a prisão, para que o Poder Judiciário examine diretamente as circunstâncias do flagrante.
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Finalidade

Qual é o objetivo da audiência de custódia?

  1. 01
    Avaliar a legalidade da prisão

    O juízo analisa as circunstâncias em que ocorreu a prisão em flagrante.

  2. 02
    Verificar abusos ou maus-tratos

    A audiência também permite que sejam apresentados relatos sobre violência, coação ou tratamento inadequado.

  3. 03
    Analisar a manutenção da prisão

    É examinada a situação da pessoa presa e a possibilidade de responder em liberdade, conforme o caso.

  4. 04
    Considerar medidas alternativas

    O conteúdo atual também destaca a análise de medidas cautelares alternativas à prisão.

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Etapas da audiência

Como ocorre a audiência de custódia?

De acordo com o material atualmente publicado pelo escritório, a pessoa presa é levada ao juiz com a presença do Ministério Público e da Defesa.

  • A pessoa presa é apresentada ao juiz.
  • O Ministério Público e a Defesa participam da audiência.
  • O juiz faz perguntas relacionadas à prisão e a possíveis abusos.
  • A defesa pode apresentar fundamentos relacionados à liberdade provisória e às medidas aplicáveis ao caso.
Nota

O conteúdo tem caráter informativo. O desenvolvimento da audiência e as medidas analisadas dependem das circunstâncias concretas do caso.

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Atuação jurídica

Qual é o papel da defesa na audiência?

O artigo atual do escritório destaca a atuação da defesa na preservação das garantias da pessoa presa e na apresentação das questões relevantes para a análise judicial.

Garantias

Atuação para que a pessoa presa não seja coagida e para que sejam respeitados o contraditório e a ampla defesa.

Regularidade

Apresentação de eventuais vícios processuais e circunstâncias relacionadas à legalidade da prisão.

Situação concreta

Exposição de elementos relevantes para a análise da necessidade de manutenção da prisão.

Medidas cautelares

Apresentação de medidas cautelares alternativas à prisão quando pertinentes à situação analisada.

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Análise judicial

O que o juiz pode decidir?

O conteúdo atual do escritório reúne quatro possibilidades que podem ser consideradas durante a análise judicial após a prisão em flagrante.

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Manter a prisão, conforme os elementos apresentados no caso.

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Conceder liberdade provisória.

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Aplicar medidas cautelares.

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Relaxar a prisão quando identificada ilegalidade.

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Orientação inicial

O que fazer após uma prisão?

O conteúdo publicado pelo escritório destaca que a audiência de custódia integra as primeiras etapas após uma prisão em flagrante e que a defesa deve estar preparada para acompanhar esse momento.

Para compreender quais medidas podem ser discutidas, é necessário considerar as circunstâncias específicas da prisão e os elementos disponíveis no caso concreto.